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Drogas Depressoras

Trata-se de agentes químicos que diminuem a função ou atividade de uma parte específica do corpo (sedativo e ansiolíticos). O termo é, em particular, usado sobre para drogas que agem sobre o psicoativas proposta por Jean Delay corresponde à categoria analéptica. O álcool é o exemplo mais comum de um depressor e talvez uma das primeiras substâncias utilizadas com essa função seguida dos brometos que são utilizados desde o século XIX. Naturalmente que não se podem esquecer as plantas com efeito calmante de uso tradicional. Muitos depressores quando agem no SNC aumentam a atividade de um neurotransmissor particular conhecido como ácido gama-aminobutírico (AGAB), embora outros alvos como o receptor NMDA, receptor mu-opióide e receptor cannabinóide CB1 também possam ser importantes, dependendo de qual a droga envolvida.

Há milhares de anos que se conhece os efeitos sedativos da Cannabis sativa.

A tarefa do AGAB é acalmar o SNC e promover o sono. Drogas que estimulam a atividade deste aminoácido produzem uma diminuição na função cerebral e um sentimento de sono ou tranquilidade, e assim geralmente são prescritos depressores para aliviar sintomas de ansiedade ou insônia. Sistemas internos do corpo regulam a produção de AGAB, mas quando é dado um medicamento para estimular a ação do AGAB, é possível que níveis altos dessa substância sejam induzidos, o que pode reduzir a velocidade da respiração e o ritmo do coração, podendo resultar em morte.
Os depressores do SNC requerem um período de adaptação. Tipicamente, efeitos colaterais iniciais incluem fala desarticulada, vertigem e perda de coordenação, em muitos aspectos semelhante aos efeitos do álcool.

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